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Os termos de uma carteira, sem jargão
Revisto a
TWR, yield on cost, ex-dividendo, FIFO, E22. Os extratos e as ferramentas de investimento estão cheios de siglas. Cada uma esconde uma conta ou uma regra que muda a forma de ler a carteira.
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Este glossário explica os termos que aparecem quando se acompanha uma carteira a sério: como se mede o retorno, o que dizem os dividendos, o que vai ao IRS e o que muda quando a empresa muda. Cada termo cabe em poucas linhas e liga à página que o explica por inteiro.
- O retorno e o risco: o TWR, o IRR, o depositado, a volatilidade e o Sharpe.
- Os dividendos: o ex-dividendo, o yield, o yield on cost e a retenção na fonte.
- O IRS: o FIFO, o Anexo J, os códigos E11, E21 e E22 e as exclusões por tempo de detenção.
- As operações das empresas: o desdobramento, a cisão, a fusão e a devolução de capital.
- Os ativos e as cotações: o ISIN, o TER, o atraso das cotações e os selos das posições.
Que termos medem o retorno da carteira?
Retorno total
O que a carteira ganhou ou perdeu desde o início, em euros: o valor de hoje, com o dinheiro em conta, menos o que se depositou. Os dividendos, as vendas e as comissões já estão dentro. A percentagem é sobre o depositado. Mais na rentabilidade da carteira.
Depositado
O dinheiro que entrou na conta menos o que saiu. É a base da percentagem do retorno total. Uma transferência de títulos para outra corretora conta como capital a sair e não como perda. Não se confunde com a caixa, que é só o dinheiro parado hoje.
Caixa
O dinheiro parado nas corretoras, sem estar investido, em cada moeda. Conta no valor total da carteira. Os juros que a corretora paga sobre ele aparecem à parte. Mais no agregador de carteiras.
TWR, o retorno ponderado pelo tempo
Mede as escolhas de investimento sem o efeito de quando o dinheiro entrou ou saiu. Duas pessoas com as mesmas ações chegam ao mesmo TWR, mesmo com montantes muito diferentes. É a medida que a indústria usa para comparar uma carteira com um índice. Mais na rentabilidade da carteira.
IRR, o retorno do dinheiro
A taxa por ano a que o dinheiro rendeu de facto, com a data e o valor de cada depósito e de cada levantamento. Quem reforçou antes de uma subida fica com um IRR melhor do que quem reforçou depois. O TWR mede as escolhas e o IRR mede o dinheiro. Em menos de mês e meio não se mostra, porque passar tão pouco tempo a uma taxa por ano dá números sem sentido.
CAGR
A taxa por ano que, com juros sobre juros, levaria do valor do início ao do fim do período. Parte da mesma base do TWR, por isso também ignora quando o dinheiro entrou. Serve para comparar períodos de durações diferentes.
Realizado e não realizado
O realizado é o ganho ou a perda que uma venda já fechou. O não realizado é o ganho ou a perda das posições que ainda se têm, no papel. Só o realizado vai ao IRS. Mais na rentabilidade da carteira.
Índice de referência
O índice com que se compara a carteira, como o S&P 500 ou o MSCI World. Para a comparação ser justa, o Sharpyield põe o mesmo dinheiro no índice, nas mesmas datas dos depósitos. Mais na rentabilidade da carteira e, para o próprio dia, nas cotações em tempo real.
Que termos medem o risco?
Volatilidade
Quanto o valor da carteira oscila, para cima e para baixo, em percentagem ao ano. Volatilidade alta não quer dizer perda. Quer dizer um caminho mais irregular. Os depósitos e os levantamentos não contam. Mais na rentabilidade da carteira.
Drawdown máximo
A maior queda seguida que a carteira já teve, do ponto mais alto até ao fundo seguinte, em percentagem. Mostra o pior momento já vivido. Não se confunde com a distância a que a carteira está hoje do máximo. Mais na rentabilidade da carteira.
Rácio de Sharpe, Sortino e Calmar
O Sharpe é o retorno que a carteira deu por cada unidade de oscilação, depois de descontar uma taxa sem risco. Quanto mais alto, melhor. O Sortino faz a mesma conta só com as descidas e o Calmar compara o retorno com a maior queda. Servem para comparar carteiras ou períodos e não dizem quanto se ganhou em euros. O Sharpe deve o nome a William Sharpe, Prémio Nobel da Economia em 1990. Mais na rentabilidade da carteira.
Beta
A sensibilidade da carteira aos movimentos do S&P 500. Perto de 1 acompanha o índice, acima de 1 tende a subir e a cair mais, abaixo de 1 tende a amortecer. É uma tendência do passado e não uma garantia. Mais na rentabilidade da carteira.
Captura em alta e em baixa
A captura em alta diz quanto a carteira apanhou dos meses em que o índice subiu. A captura em baixa diz quanto sofreu nos meses em que ele caiu. Uma carteira que apanha mais das subidas do que das descidas ganha ao índice nos dois sentidos. Mais na rentabilidade da carteira.
Mérito real (alpha)
O retorno por ano que sobra depois de descontar o que a exposição ao mercado já explicaria. Positivo aponta para valor acrescentado além do risco corrido. Uma carteira mais agressiva pode bater o índice e ter um alpha negativo. Mais na rentabilidade da carteira.
Que termos se usam nos dividendos?
Dividendo
A parte do lucro que uma empresa entrega aos acionistas, em dinheiro, por cada ação. Chega à conta já com o imposto do país da empresa retido. Os ETF de distribuição também pagam, mas para o IRS é uma distribuição do fundo e não um dividendo de uma empresa. Mais nos dividendos da carteira.
Data ex-dividendo e data de pagamento
A data ex-dividendo é o primeiro dia em que quem compra a ação já não recebe o próximo dividendo. Quem a tinha antes dessa data recebe-o, mesmo que a venda nesse dia. A data de pagamento é o dia em que o dinheiro chega, muitas vezes semanas depois. Mais nos dividendos da carteira.
Yield
O dividendo anual de uma ação a dividir pelo preço de hoje. Como usa o preço de hoje, sobe quando a ação cai. É o rendimento que qualquer pessoa veria se comprasse agora. Mais nos dividendos da carteira.
Yield on cost
O dividendo anual a dividir pelo que se pagou pela posição e não pelo preço de hoje. Numa empresa que sobe o dividendo todos os anos, o yield on cost cresce com o tempo, mesmo que o yield de mercado fique igual.
Dividendo por ação
Quanto a empresa paga por cada ação em cada pagamento, na moeda dela. É a decisão da empresa, sem o efeito do câmbio. Mais nos dividendos da carteira.
Retenção na fonte
O imposto que o país da empresa tira ao dividendo antes de ele chegar à conta. Os Estados Unidos retêm 15 % com o formulário W-8BEN entregue à corretora e 30 % sem ele. A Suíça retém 35 %. Mais na retenção na fonte.
Limite do acordo
O máximo que um país pode reter nos dividendos de quem vive em Portugal, fixado no acordo para evitar a dupla tributação. Na maior parte dos países é 15 %, nalguns 10 %. O que foi retido acima do limite não conta no IRS e só se recupera no país da empresa, dentro de um prazo. Mais na retenção na fonte e no guia dos dividendos estrangeiros.
W-8BEN
O formulário americano que diz aos Estados Unidos que quem investe vive em Portugal. Entrega-se uma vez à corretora, muitas vezes ao abrir a conta. Com ele, a retenção nos dividendos americanos é de 15 %. Sem ele é de 30 %. Metade disso só se recupera nos Estados Unidos.
Crédito por dupla tributação
O imposto retido lá fora que se abate ao IRS português sobre o mesmo dividendo. Nunca passa do limite do acordo nem do imposto português, 28 % do bruto. Mais no guia dos dividendos estrangeiros.
Que termos aparecem no IRS dos investimentos?
Mais-valia e menos-valia
O ganho ou a perda de uma venda: o valor recebido menos o custo de aquisição, com as comissões. As mais-valias e as menos-valias do mesmo ano compensam-se. O imposto conta-se sobre o saldo. Mais no IRS dos investimentos.
Custo de aquisição
O que se pagou por uma compra, com a comissão e o imposto de transação, convertido a euros. É a base da mais-valia na venda. Por incluir as comissões, o custo do Sharpyield pode ser um pouco diferente do preço médio que a corretora mostra.
Taxa especial de 28 %
A taxa do IRS para as mais-valias e para os dividendos e juros de títulos, em vez das taxas por escalões do salário. Nas mais-valias aplica-se ao saldo do ano, depois das exclusões por tempo de detenção. Mais no IRS dos investimentos.
FIFO
A regra do IRS para saber que ações saem numa venda: em títulos iguais, saem primeiro os comprados há mais tempo. Vem das iniciais em inglês de «primeiro a entrar, primeiro a sair» e aplica-se em cada corretora à parte. Mais no guia do preço médio e do FIFO.
Preço médio da corretora
O custo de todas as compras de uma posição a dividir pelo número de unidades. Uma venda não mexe no preço médio das unidades que ficam. Por isso, depois de uma venda parcial, o preço médio da corretora deixa de bater com o do FIFO. O lucro total é o mesmo nos dois. Mais no guia do preço médio e do FIFO.
Anexo J e Anexo G
Os dois anexos da declaração do IRS onde vão os investimentos. Conta quem emitiu o título e não a corretora. O Anexo J recebe as vendas e os dividendos de títulos emitidos fora de Portugal, seja qual for a corretora. As vendas de títulos portugueses vão ao Anexo G, mesmo numa corretora estrangeira. Mais no guia do Anexo J.
Códigos E11, E21 e E22
Os códigos do quadro 8A do Anexo J para os rendimentos de capitais vindos de fora. O E11 é para os dividendos de empresas, o E21 para os juros e o E22 para os outros rendimentos de capitais, como as distribuições dos ETF. Mais no guia dos dividendos estrangeiros.
País da fonte e país da contraparte
O país da fonte é o de quem emitiu o título: nas ações é o da sede da empresa e nos ETF o do domicílio do fundo. O país da contraparte é o de quem comprou ou vendeu do outro lado: numa venda em bolsa não se conhece e a coluna fica em branco. Pôr o país da corretora no país da fonte é o erro mais comum. Mais no guia do Anexo J.
Câmbio da operação
Uma compra ou uma venda em dólares converte-se a euros à cotação oficial do dia de cada operação, a compra pela do dia da compra e a venda pela do dia da venda. Quando a corretora converteu na própria operação e o extrato mostra os euros, contam esses euros. Mais no guia do Anexo J.
Exclusão por tempo de detenção
Nas ações cotadas e nos ETF vendidos desde 29 de junho de 2024, a Lei n.º 31/2024 exclui de tributação 10 % do resultado depois de mais de dois anos de detenção, 20 % a partir de cinco e 30 % a partir de oito. Conta o tempo de cada compra. Mais no guia do Anexo J.
Correção monetária
Nas ações vendidas mais de dois anos depois da compra, as Finanças corrigem o custo de aquisição pela desvalorização da moeda, com coeficientes publicados todos os anos. Os ETF ficam de fora. Declara-se o valor histórico e as Finanças aplicam a correção no cálculo do imposto. Mais no guia do Anexo J.
Englobamento obrigatório
O saldo das vendas de títulos detidos menos de 365 dias soma-se aos outros rendimentos quando, contando com ele, o rendimento coletável chega ao último escalão do IRS. Fora desse caso, as mais-valias pagam a taxa especial de 28 %. Mais no guia do Anexo J.
Regra dos 365 dias das criptomoedas
As criptomoedas detidas 365 dias ou mais ficam fora de tributação na venda. As detidas menos tempo pagam imposto e vão ao Anexo J quando a plataforma é estrangeira. Mais no guia do Anexo J.
Otimização por perdas
Vender uma posição com prejuízo no mesmo ano de outras vendas com ganho, para o prejuízo abater o saldo e baixar o imposto. Só poupa quando o saldo do ano é positivo. Mais no IRS dos investimentos.
Pacote Fiscal
O que o Sharpyield prepara para o IRS de cada ano a partir dos extratos: cada linha com o anexo, o quadro, o código e os valores em euros. Traz também um ficheiro para importar no Portal das Finanças. Mais no IRS dos investimentos.
O que quer dizer cada operação de uma empresa?
Desdobramento e agrupamento
Num desdobramento (split) a empresa divide cada ação em várias. Num agrupamento junta várias numa só. O número de ações e o preço mudam. O valor da posição e o custo total ficam iguais. Mais nas operações societárias.
Cisão
A empresa separa uma parte do negócio numa empresa nova e entrega as ações dela aos acionistas. Também se diz spin-off. O que isso muda no custo e no IRS depende de onde as duas empresas têm sede. Mais nas operações societárias.
Fusão e OPA
Numa fusão duas empresas juntam-se e as ações de uma trocam-se por ações da outra, às vezes com dinheiro junto. Numa OPA alguém oferece comprar as ações em bolsa a um preço. O custo e a data das ações novas dependem de onde as empresas têm sede e de como se paga. Mais nas operações societárias.
Devolução de capital
Um pagamento da empresa que devolve parte do capital investido em vez de distribuir lucro. Não é um dividendo nem rendimento do ano em que se recebe: baixa o custo de aquisição das ações. O que passar do custo que ainda havia conta como mais-valia desse ano. Mais nas operações societárias.
Dividendo em ações
Um dividendo pago com ações em vez de dinheiro. A regra depende de onde vêm as ações. Ações novas da mesma empresa, por um aumento de capital, repartem o custo que havia. Um dividendo declarado em dinheiro e entregue em ações, ou ações de outra empresa, conta como rendimento pelo valor do dia. Mais nas operações societárias.
Que termos aparecem nos ativos e nas cotações?
ISIN
O código de 12 caracteres que identifica um título em qualquer bolsa do mundo, como US0378331005 para a Apple. As duas primeiras letras são o país do emitente: IE nos ETF irlandeses e LU nos luxemburgueses. É pelo ISIN que o Sharpyield reconhece o mesmo título em corretoras diferentes. Mais na cobertura.
ADR e REIT
Um ADR é um certificado negociado nos Estados Unidos que representa ações de uma empresa de outro país, como a Novo Nordisk ou a TSMC. Um REIT é uma empresa cotada que vive de imóveis e distribui a maior parte do lucro em dividendos. Os dois compram-se como uma ação.
ETF
Um fundo cotado em bolsa. A maior parte segue um índice, como o S&P 500 ou o MSCI World. Compra-se como uma ação e dá numa só posição centenas de empresas. Um ETF de distribuição paga os dividendos e um de acumulação reinveste-os. Mais na alocação da carteira.
TER
O custo anual de um fundo, em percentagem do que lá se tem. Não se paga à parte: sai do valor do fundo todos os dias e já vem descontado do preço. Os folhetos chamam-lhe TER ou custos correntes.
Cotação em tempo real e com atraso
Em tempo real, o preço chega no momento em que o negócio acontece. As cotações das bolsas europeias chegam com cerca de 15 minutos de atraso, o atraso normal dessas bolsas fora das corretoras. No Sharpyield as ações dos EUA, as moedas e as criptomoedas chegam em tempo real. Mais nas cotações em tempo real.
Pre-Market e After Hours
A negociação das ações americanas antes da abertura e depois do fecho da sessão normal. Os preços dessas horas não são oficiais, por isso o valor da carteira fica no fecho da sessão até à abertura seguinte. Mais nas cotações em tempo real.
Pence (GBX)
Muitas ações da bolsa de Londres cotam em pence, a centésima parte da libra. Um preço de 250 GBX são 2,50 £. O Sharpyield converte os pence em libras antes de qualquer conta, para a posição não aparecer cem vezes maior.
CFD
Um contrato com a corretora para receber ou pagar a diferença entre o preço de abertura e o de fecho de um ativo, sem o comprar. Não há valor investido, só a margem reservada enquanto está aberto. No IRS vão ao quadro dos derivados, no Anexo J ou no Anexo G conforme a corretora. Mais no guia do Anexo J.
Token de ação
Um contrato com a corretora que segue o preço de uma ação, um para um, sem as ações nem o voto. Para a lei portuguesa é um derivado: não tem as exclusões por tempo de detenção das ações. A Robinhood é uma das corretoras que os vende, como explica o guia da Robinhood.
O que quer dizer cada selo das posições?
Oferecida
Uma ação oferecida pela corretora, num convite ou numa promoção. O custo dela é o valor de mercado no dia em que chegou. Por isso aparece um investido que não saiu do bolso. É ele que baixa a mais-valia quando se vender.
Plano
Ações de um plano da empresa para trabalhadores, como uma stock option. Na venda, o custo que conta é o valor da ação no dia do exercício, porque a diferença para o preço pago já é rendimento do trabalho.
Staking e Recompensa
Criptomoedas recebidas em staking, em prémios ou em ofertas. Cada entrega é um lote novo, com a data em que chegou. Para o IRS o custo dela é zero: o imposto chega na venda. Uma recompensa guardada 365 dias ou mais fica excluída como qualquer criptomoeda.
Curta
Uma venda a descoberto: ações vendidas sem as ter, emprestadas pela corretora, para recomprar mais tarde. Ganha-se se o preço desceu entre a venda e a recompra. Só se trata assim quando os extratos o provam.
Por atribuir
Uma subscrição de um fundo de mercados privados já paga e com as unidades ainda por chegar. Até lá vale o que se pagou, sem ganho nem perda.
Que termos se usam no Sharpy e na avaliação da carteira?
Sharpy
O assistente de IA do Sharpyield, que responde a perguntas sobre a carteira com os números dela e resume as notícias das posições. Não diz o que comprar nem vender. A carteira pode também ligar-se ao ChatGPT ou ao Claude, só de leitura. Mais na página do Sharpy.
Perfil de investidor
A estratégia com que a carteira se mede, como Passive Index ou Income Focus. Cada perfil tem o seu índice de comparação e as suas regras, por isso a mesma carteira pode ter notas diferentes em perfis diferentes. Mais na avaliação da carteira.
Investor Score
A nota de 0 a 100 de como a estratégia está a ser executada: o que o dinheiro rendeu contra o mesmo dinheiro no índice, o risco corrido e o comportamento nas vendas. Mais na avaliação da carteira.
Portfolio Score
A nota de 0 a 100 da carteira que se tem hoje: a concentração, a diversificação por setores e regiões e a oscilação, com outras partes conforme o perfil, como a qualidade das empresas ou os custos dos fundos. Mais na avaliação da carteira.
Perguntas frequentes
Os termos do glossário são os mesmos do Sharpyield?
Sim. Os nomes são os que o Sharpyield mostra no ecrã, nos balões e nos selos das posições. Os números principais têm também um «?» ao lado, que explica como se calcula com os números da própria carteira. O glossário junta os termos numa página só, para quem ainda não usou o Sharpyield ou quer ler sobre um deles com calma.
As regras do IRS deste glossário valem para que ano?
São as regras em vigor na data de revisão, que aparece por baixo do título. As exclusões por tempo de detenção valem para as vendas desde 29 de junho de 2024. O glossário resume cada regra em poucas linhas. A explicação completa, com o artigo da lei, está nos guias fiscais.
Falta um termo. Onde se pede?
Basta escrever para support@sharpyield.com ou usar a entrada «Feedback» do menu lateral, a seguir às Definições, com o termo e o sítio onde apareceu. Um termo que o Sharpyield mostra e que não está aqui entra na revisão seguinte do glossário, com a ligação para a página que o explica por inteiro.