Alocação e ETF
Onde está investido cada euro da carteira
Revisto a
Quanto da carteira está em tecnologia ou nos EUA? O Sharpyield reparte a carteira por setor, país e classe de ativo. Na geografia e na classe, os ETF abrem-se pelas regiões e pelas classes que têm lá dentro.
Grátis, sem prazo e sem cartão. Os primeiros 7 dias incluem as funcionalidades pagas.
Cada corretora mostra só as suas posições. Um ETF aparece lá como uma linha só. Saber o peso real de cada setor e de cada país obrigava a abrir o folheto de cada fundo e a fazer contas à mão. No Sharpyield essa conta já está feita, com as posições de todas as corretoras.
- O peso de cada setor, país e classe de ativo, em percentagem e em euros.
- O peso e o retorno de cada posição, nas bolhas ou no mapa.
- As posições de cada setor, acesas no mapa ou filtradas na Carteira.
- Os ETF abertos pelas regiões e pelas classes que têm lá dentro.
- As 10 maiores posições de cada ETF, as regiões e os setores.
Em que setores e países está a carteira?
O cartão da alocação, na Visão Geral, reparte a carteira pelo setor, pela geografia e pela classe de ativo. O centro do gráfico diz o total. A lista dá cada fatia com o número de posições, o valor e o peso. Com o rato por cima, o centro passa a dizer o peso e o valor da fatia.
Nos setores, cada ETF conta como um bloco só, com o nome do que segue: o VWCE aparece como «Ações Globais» e o SXR8 como «Ações EUA». Na geografia e na classe, os ETF abrem-se pelo que têm lá dentro, marcados com «via ETF». O mesmo cartão reparte também a caixa por moeda. A nota da carteira usa esta repartição para medir a diversificação.
Na carteira de demonstração, às 15:30 de 23 de outubro, a tecnologia pesava 30,59%, a América do Norte via ETF 14,45% e as ações dentro dos ETF 19,64%.


Quanto pesa e quanto rendeu cada posição?
Ao lado da alocação, o cartão «Peso vs Retorno» mostra cada posição pelo peso que tem na carteira e pelo que rendeu desde a compra. Tem duas vistas. Um botão passa de uma à outra.
Nas bolhas, cada posição fica mais à direita quanto mais pesa e mais acima quanto mais rendeu, por isso uma posição grande e parada salta à vista. No mapa, a área de cada bloco é o peso e a cor é o retorno. Com o rato por cima, o balão dá o retorno, o ganho em euros e o peso. Um clique abre a posição.
Na carteira de demonstração, o VWCE pesa 14,5% e rendeu 74,2%, mais 5 345 €. A Apple pesa 17,6% e rendeu 113,9%.


Que posições estão em cada setor?
Ao passar o rato por um setor da alocação, as posições dele acendem no cartão do peso e do retorno, como mostra o vídeo do topo. Um clique fixa o setor. Um clique noutro junta os dois.
Na Carteira, as pílulas por cima da tabela filtram as posições por setor, um ou vários de cada vez. A última linha dá o total do filtro e o valor da carteira que fica fora dele.
Na carteira de demonstração, o filtro da tecnologia deixa só a Microsoft e a Apple, com 26 384 €. Os outros 59 885 € ficam fora dele. Com os semicondutores juntos são quatro posições.


O que está dentro de cada ETF?
O separador Composição do painel de cada ETF mostra as 10 maiores posições do fundo e quanto pesam juntas. Quanto mais pesam, mais o fundo depende de poucas empresas.
O separador Resumo diz a despesa anual do fundo, a percentagem que ele cobra por ano e que já vem descontada do preço.
Na carteira de demonstração, as 10 maiores posições do VWCE pesam 24,22% do fundo. A NVIDIA, a Apple, a Microsoft e a Alphabet estão entre elas e também na carteira, como ações à parte. A despesa anual do VWCE é de 0,14%.


Em que regiões e setores investe cada ETF?
A mesma Composição reparte o fundo pelas regiões, pelos setores e pelas classes de ativo. Num fundo misto, as regiões e os setores contam só a parte em ações.
É o que mostra se dois ETF repetem o mesmo. Um ETF mundial e um do S&P 500 têm a maior parte na América do Norte. As maiores posições de um repetem-se no outro.
Na carteira de demonstração, o VWCE tem 66,6% na América do Norte e 10,8% na Europa desenvolvida. A tecnologia pesa 33,6% do fundo.




Conferida com os extratos
Cada número vem de um extrato oficial da corretora e é conferido logo que chega. Nada é escrito à mão.
Como se confereSem passwords
O Sharpyield não se liga às contas nem pede acessos à corretora. Basta o extrato que ela já dá.
SegurançaSem conselhos
O Sharpyield mostra o que a carteira faz. Não diz o que comprar nem o que vender.
Perguntas frequentes
Os ETF contam na alocação por setor?
Contam como um bloco só, com o nome do que seguem, como «Ações Globais» ou «Ações EUA». O que está dentro do ETF não se reparte pelos setores da carteira. Os setores de cada fundo estão na Composição do seu painel. Na geografia e na classe de ativo, pelo contrário, o ETF abre-se pelas regiões e pelas classes que tem lá dentro, marcadas com «via ETF».
A alocação por moeda inclui as ações?
Não. A vista «Caixa por moeda» reparte só o dinheiro parado nas corretoras, em euros, em dólares ou noutra moeda. Aparece quando a caixa está em mais do que uma moeda. As ações e os ETF aparecem na classe de ativo e na geografia, pelo país da empresa ou pelas regiões do fundo.
De onde vem a composição de cada ETF?
Dos dados de mercado que o Sharpyield recebe para cada fundo, os mesmos para toda a gente que tem esse ETF. É a composição do fundo inteiro e não depende de quantas unidades há na carteira. As 10 maiores posições, as regiões e os setores mostram-se como o fundo os declara. Um fundo sem regiões publicadas aparece como «Sem região publicada» na geografia.
A alocação junta as posições de todas as corretoras?
Junta. A mesma ação em duas corretoras conta uma vez, com as unidades das duas somadas. O mesmo vale para um ETF. O seletor do topo do ecrã mostra a alocação de uma corretora só. A vista por corretora diz quanto está em cada conta, como explica a página do agregador de carteiras.
O que é a despesa anual de um ETF?
É a percentagem do dinheiro investido que o fundo cobra por ano para se gerir. Não se paga à parte. Sai do valor do fundo todos os dias, por isso já vem descontada do preço que a carteira mostra. É o número que os folhetos dos fundos chamam TER ou custos correntes. O Sharpyield mostra-a no Resumo do painel de cada ETF.